Afinal, por que terapia?
- Lucas Ávila
- 25 de dez. de 2023
- 2 min de leitura
Atualizado: 17 de jun. de 2025
Um dos grandes benefícios da psicoterapia está em tomar conhecimento de como sua mente aprendeu a se comunicar com você mesmo(a). Eu tenho certeza que ela fala e fala muito!
Sabe quando estamos naquele famoso estado de “cabeça quente”? Quem nunca respondeu a algo ou alguém e depois se pegou pensando sobre o quão inadequado possa ter aparentado? Como se a resposta tivesse fugido do controle, da proporção à situação em que nos encontrávamos. Pronto! Lá vem a culpa. A ideia de que forçamos a barra, de que agimos sem pensar.
O fato é que não existem reações ou comportamentos que não tenham sido estimulados ou provocados por nossos pensamentos. Já dizia o velho e bom Descartes: “Penso, logo existo!”, lembra?
A grande questão é que a impulsividade não se dá por atitudes sem pensar, mas quando não nos percebemos pensando enquanto agimos. É a ausência de conhecimento ou propriedade dos pensamentos que estavam juntos do ato de responder, de se comportar.
Esses pensamentos de performance automática fazem parte da sua história, de tudo que você ouviu repetidas vezes e aprendeu junto das pessoas de maior convívio na sua vida. São regras sobre como se portar diante de determinadas situações, sobre o que se pode esperar dos outros, sobre como a vida deveria ser e por aí vai... A grande questão é que elas não vêm só. Em sua maioria, estão evocando comportamentos que por tanto se repetirem, passaram a ficar condicionados.
Mas deixa eu te falar: você não é seus pensamentos!
Durante a sua jornada psico terapêutica, buscaremos compreender a maneira com a qual aprendeu a sobreviver, mais comumente chamada de autoconhecimento.
Como e por que você aprendeu a ser quem você é?!
Estaremos lado a lado entendendo e atribuindo sentidos, até que outras formas de cuidar do que te dói possam se tornar possíveis.
Vem te descobrir comigo!





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